quarta-feira, outubro 14, 2009

O lançamento comercial da GVT em Recife e Jaboatão.





Detalhes sobre a confirmação do lançamento para novembro

Como prometido no post anterior, agora temos mais detalhes sobre o lançamento da GVT no Recife e em Jaboatão! As operações nas duas cidades iniciarão no mês de novembro e as obras de implantação estão em ritmo intenso para atingir a área de cobertura de 30% nas duas cidades. Os investimentos realizados são superiores a R$ 60 milhões.

Estamos com apenas 7% das obras finalizadas, mas nossos consultores já começaram a fazer contato em poucos endereços onde nossa rede está ativa. Dentro das ofertas, os clientes têm disponível toda nossa linha de produtos tanto residencial como comercial, inclusive o carro-chefe a família de banda larga POWER, que tem opções de velocidades de 3 Mbps, 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps a R$ 49,90, R$ 69,90, R$ 99,90, 199,90, R$ 299,90 e R$ 499,90, respectivamente. Esses preços valem para a compra de banda larga juntamente com pacotes de telefonia e pacotes com velocidades iguais ou superiores a 10 Mbps tem o modem é grátis.

Todos os produtos e serviços da GVT são desenvolvidos para proporcionar benefícios aos clientes. Pensando em comodidade e economia para o consumidor, a empresa oferece pacotes que reúnem serviços de telefonia e banda larga dentro da mesma oferta. Além de ter uma única conta e de se relacionar com um único prestador de serviço com o mesmo canal de atendimento e suporte técnico, o cliente tem um custo mensal menor. Isso porque no pacote, a GVT consegue praticar preços bastante atrativos com a banda larga de 3 mega a partir de R$ 49,90. Nos pacotes, é possível combinar a banda larga com franquias de minutos em telefonia local, ou com planos de franquia em reais para ligações locais, interurbanas, dirigidas a outros telefones fixos ou móveis. Caso a escolha seja, por exemplo, o Unique com 300 minutos, a mensalidade final com a banda larga de 3Mbps fica em R$104,17.

Fonte:http://www.gvtnorecife.com.br/
Fonte:http://www.gvt.com.br/portal/saladeimprensa/interna.jsp?news=1248&languageAcronym=ptBR
Fonte:http://www.gvt.com.br/portal/landing/recife/



sexta-feira, outubro 02, 2009

Robô vira piloto de testes de motos esportivas


Flossie é um robô capaz de pilotar qualquer tipo de moto, graças a um programa de autoaprendizado.[Imagem: Castrol]

A fabricante de óleos lubrificantes Castrol precisava de um piloto para testar seus produtos para motos esportivas de grandes cilindradas.

Os candidatos precisavam preencher alguns pré-requisitos, como a capacidade de manter acelerações constantes por períodos precisos, mudar as marchas tão rapidamente quanto o câmbio aguentasse e fazer isto por longos períodos e repetidas vezes. Ou seja, um piloto de testes virtualmente incansável.

Robô piloto de testes

O único candidato que atendeu a todas as exigências foi Flossie, um robô magrelo que adora pilotar motos por horas a fio. E, acima de tudo, consegue repetir tudo igualzinho um sem-número de vezes, permitindo que os engenheiros avaliem e comparem cada uma das alterações feitas nos produtos que estão desenvolvendo.

Flossie ainda não tem talento suficiente para se equilibrar na moto, operando sempre "ancorado". Não precisava ser diferente, já que as motos geralmente são testadas acopladas a um dinamômetro. E o robô nunca reclama do ruído dos motores rodando continuamente a 16.000 rpm.

Autoaprendizado

O robô possui um modo de autoaprendizado que permite que ele aprenda rapidamente a pilotar novas motos, que podem ser desde as supermáquinas da moto GP, até pequenas motonetas.

Um programa de inteligência artificial avalia a combinação de marchas de cada câmbio, detecta a sensibilidade da embreagem e a resposta do motor, permitindo que ele seja um piloto quase perfeito para qualquer máquina.

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robo-vira-piloto-testes-motos-esportivas&id=010180090721

Video Castrol Flossie:

Video Autopilot Robot:


terça-feira, setembro 29, 2009

Lançamento Oi Velox Ultra

Para saber se a sua residência ou escritório é atendido pelo novo plano Oi Velox Ultra, você deve ligar para o número 0800 031-0001, informando o número de telefone que deseja utilizar para o serviço. O atendente irá dizer o quanto de velocidade está disponível atualmente para a sua área.

- Apenas os clientes do serviço Oi Velox podem contratar entre 2Mbps e 100Mbps em setembro; os clientes dos planos Oi Conta Total precisam esperar até outubro para saber como será feita a migração e quais os valores serão cobrados.

- Segundo a Oi, os clientes que já têm conta da empresa atualmente, seja no plano Oi Velox ou Oi Conta Total, e que tenham adquirido um modem nos últimos dois anos, já poderão contratar velocidades até 14 Mbps sem precisar trocar o equipamento antigo. Acima disso, será necessário mudar o modem.


Oi Velox Ultra
2 Mega R$ 59,90
4 Mega R$ 79,90
8 Mega R$ 79,90
14 Mega R$ 109,90
20 Mega R$ 199,90
40 Mega R$ 259,90
60 Mega R$ 329,90
100 Mega R$ 529,90
Obs: ainda é necessário contratar um provedor, com preços que variam entre R$ 3,50 e R$ 19,90.

sexta-feira, maio 15, 2009

Luiz Carlos Prates, em sua coluna no Jornal Catarinense

Farra das Passagens.



Se todo Jornalista fosse assim!!!

sexta-feira, abril 10, 2009

Anatel regulamenta internet via rede elétrica para acesso em banda larga.

Anatel regulamenta internet via rede elétrica para acesso em banda larga.
(Pernambuco)


O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira (02/04/2009) o acesso à internet banda larga pela rede elétrica.

As agências reguladoras de telecomunicações (Anatel) e de energia elétrica (Aneel) estão preparando regras que permitirão o lançamento comercial no Brasil da tecnologia Power Line Communication (PLC), que utiliza os fios de eletricidade para banda larga.

A relatora do assunto na Anatel, conselheira Emília Ribeiro, aposta nessa ideia para estimular a competição no mercado brasileiro de banda larga. "Estamos querendo baixar o custo dos serviços, e isso acontece ampliando a oferta. Hoje temos banda larga por cabo, por satélite, por frequência, e por que não pela rede elétrica?", questiona. Ela ressalta ainda que a velocidade de conexão desse tipo de tecnologia já começa com 20 megabits por segundo (Mbps), bem acima da capacidade dos serviços oferecidos hoje, que em geral vão até 10 Mbps.

Esta tecnologia utiliza a capilaridade e a abrangência da rede elétrica instalada, que é maior que a de outras redes convencionais de telecomunicações, adicionando outras vantagens como: velocidade de transmissão de banda larga, redução de custos de acesso, a velocidade de upload/download é a mesma, diferente do ADSL.

E atinge velocidades tão grandes quanto cabo/ADSL. A Anatel já aprovou os aparelhos internos (o conversor para prédios e o modem que fica ligado na tomada), mas ainda falta aprovar o conversor de postes. Mas para nós, usuários finais, é maravilhoso que role mais um jeito de oferta de Internet.

Algo normal em países como o Japão, Estados Unidos e em alguns da Europa, conexões de internet em altíssimas velocidades são praticamente impensáveis no Brasil… Por telefone. Se você achava muito uma conexão de 24Mbps por aqui, conheça a Internet via rede elétrica capaz de alcançar absurdos 200Mbps.

A multinacional japonesa Panasonic já está testando a tecnologia Power Line Communication (PLC) - “Comunicação via rede elétrica” - na cidade de Barreirinhas, no Maranhão, em parceria com a Associação de Empresas Proprietárias de Infra-estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações (APTEL).

A idéia é transformar o PLC em um complemento para outras tecnologias de conexão à grande rede, como o Wireless, por exemplo, em áreas que não exista cobertura telefônica.

No Brasil, cerca de 20 milhões de lares não tem telefonia fixa. Já energia elétrica, quase 99% das casas têm. Isso torna fácil (e barata) a disseminação da tecnologia.Os modems que convertem o sinal da Internet para a rede elétrica são fabricados atualmente no Japão e na Malásia.

Se a idéia colar aqui no Brasil, a Panasonic espera abrir uma fábrica desses aparelhos no país, já que somos uma das nações que mais acessa a Internet no mundo!Quanto aos custos, com certeza, serão um tanto elevados no início, já que uma conexão ADSL de 24Mbps no Brasil custa mensalmente por volta de 200 reais.

O bom da PLC é o fato de não exigir uma grande infra-estrutura e ter sua instalação rápida e fácil, o que pode baratear os preços. O problema mesmo é quando faltar energia.

A tecnologia que utiliza uma das redes mais utilizadas em todo o mundo: a rede de energia elétrica. A idéia desta tecnologia não é nova. Ela consiste em transmitir dados e voz em banda larga pela rede de energia elétrica.

Como utiliza uma infra-estrutura já disponível, não necessita de obras em uma edificação para ser implantada.

A PLC trabalha na camada 2 do modelo ISO/OSI, ou seja, na camada de enlace. Sendo assim, pode ser agregada a uma rede TCP/IP (camada 3) já existente, além de poder trabalhar em conjunto com outras tecnologias de camada 2.

Além disso, os preços das conexões ADSL (por telefone) no Brasil, que são um dos mais altos do mundo, podem cair drasticamente se a tecnologia da Panasonic tiver uma boa aceitação por aqui, já que a concorrência falará mais alto.

As operadoras de telefonia vão usar a rede elétrica para acesso à internet em alta velocidade (banda larga). A infraestrutura das distribuidoras de energia em todo o país poderão ser alugadas pelas companhias telefônicas, que ofertariam o serviço.

As regras para o uso da rede elétrica foram aprovadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para iniciar a operação, porém, as empresas ainda deverão aguardar a regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cuja proposta está em consulta pública e só será concluída em 31 de maio.

A Cemig, por meio de sua subsidiária de telefonia, Infovias, já decidiu que vai colocar a rede de distribuição, que atende 6,5 milhões de clientes, a serviço das companhias telefônicas, mas a operação comercial só deverá ser viabilizada em dois anos, disse ontem o superintendente técnico da empresa, Ivan Soares Ferreira.

Tecnicamente, as redes das distribuidoras de energia elétrica estão prontas para prestar o serviço. Seria necessário fazer algumas adaptações de baixo custo, como instalar roteadores nos postes para direcionar a transmissão de dados.

O cliente, por sua vez, precisaria ter um modem, na casa ou no escritório, parecido com os aparelhos que as empresas de telefonia ou de TV a cabo usam para fornecer acesso à internet. A grande vantagem da rede elétrica sobre outras redes é a cobertura, já que ela alcança 97% da população brasileira.

Hoje, apenas 5 milhões de pessoas ainda não têm acesso à energia elétrica no Brasil. Pelo programa do governo Luz para todos, esse déficit deverá ser zerado até o fim do próximo ano.

A partir de agora, basta aguardar que as distribuidoras de energia elétrica disponibilizem o serviço para o usuário final.



Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do

quinta-feira, março 12, 2009

NXR BROS 2009 150




Modelo 2009 ganhou injeção eletrônica de combustível, design moderno e aventureiro e mais conforto na pilotagem.





Uma NXR 150 Bros totalmente nova – é isso que os consumidores encontrarão nas concessionárias Honda a partir de abril. Sistema de injeção eletrônica de combustível, design inédito, bagageiro desenvolvido para facilitar a acomodação de carga, assento ergonômico e guidão que proporciona posição de pilotagem confortável estão entre as principais novidades do modelo 2009.




Lançada no Brasil em 2003, a NXR 150 Bros conquistou os consumidores com características como economia, robustez e versatilidade, e tornou-se líder do segmento on-off road no mercado nacional de duas rodas.




Básico, o modelo atua como porta de entrada para a categoria on-off road. Além disso, privilegia o conforto e a facilidade de pilotagem e se destaca perante seus concorrentes por possuir motor de 150cc, chassi de berço semiduplo e assento em dois níveis.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Cabe indenização por danos morais quando banco envia cartão de crédito sem solicitação.



Cabe indenização por danos morais quando uma instituição financeira, na ausência de contratação dos serviços, envia cartão de crédito e faturas de cobrança da respectiva anuidade ao consumidor. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não atendeu ao recurso de um banco e manteve a decisão de segunda instância que condenou a instituição ao pagamento de uma indenização por danos morais a uma consumidora gaúcha.


Segundo dados do processo, a consumidora recebeu um cartão de crédito não solicitado e mais três faturas no valor de R$ 110 cada uma, referentes à anuidade. Ela tentou cancelar o cartão e as cobranças indevidas, mas o banco se negou a efetuar os cancelamentos.


A consumidora, então, ajuizou ação de indenização por danos morais cumulada com declaratória de inexistência de débito contra a instituição financeira, alegando abalo moral, já que o banco não cancelou o cartão e as cobranças, conforme ela havia requerido.


O banco, por sua vez, argumentou que o cartão foi solicitado pela consumidora, que os valores relativos à anuidade foram estornados e que dos fatos narrados não adveio qualquer prejuízo moral a ensejar a reparação pretendida.Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente, declarando a inexistência do débito.


Além disso, o banco foi condenado a pagar uma indenização no valor de R$ 10 mil a título de danos morais, a ser corrigida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) desde a decisão, somando os juros legais moratórios de 1% ao mês, a partir da citação, ambos até a data do efetivo pagamento.A instituição financeira apelou da sentença.


O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) deu parcial provimento à apelação, somente para reduzir o valor da indenização. Para o TJ, o ato de enviar o cartão de crédito sem a devida solicitação da consumidora, bem como as faturas para a cobrança da anuidade viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC), caracterizando prática abusiva, passível de indenização a título de danos morais.Inconformado, o banco recorreu ao STJ, argumentando que não foi comprovado o dano moral, não havendo, conseqüentemente, o dever de indenizar.


Sustentou, ainda, que a situação vivenciada pela consumidora, o recebimento de um cartão de crédito e de algumas faturas que posteriormente foram canceladas, configura um mero aborrecimento, não podendo ser considerada como uma das hipóteses em que a simples prova do ato ilícito gera o dever de indenizar, sendo necessária a prova do dano efetivamente sofrido.


Ao analisar a questão, o relator, ministro Sidnei Beneti destacou que o envio de cartão de crédito não solicitado é conduta considerada pelo CDC como prática abusiva. Para ele, esse fato e os incômodos decorrentes das providências notoriamente dificultosas para o cancelamento significam sofrimento moral, já que se trata de uma pessoa de idade avançada, próxima dos cem anos de idade à época dos fatos, circunstância que agrava o sofrimento moral.


O ministro ressaltou também que, para presumir o dano moral pela simples comprovação do fato, este tem de ter a capacidade de causar dano, o que se apura por um juízo de experiência.


Por essa razão, é presumido o dano moral em casos de inscrição indevida em cadastros de proteção ao crédito ou de recusa indevida de cobertura por plano de saúde.